O Carnaval chegou.Uma festa celebrada no mundo inteiro, mas que no Brasil tem um gosto diferente. É quando nossa cultura aflora: dançamos, pulamos, festejamos nossa música e nossa alegria nas ruas, nos blocos e nos clubes. Mas para algumas mulheres, “pular o Carnaval” pode vir acompanhado de preocupação. O motivo? A incontinência urinária. Muitas mulheres deixam de dançar, pular ou até de aproveitar a festa por medo de escapes urinários. O constrangimento, a insegurança e a preocupação constante acabam limitando momentos que deveriam ser de alegria. E você não está sozinha. A incontinência urinária é mais comum do que parece Estimativas indicam que entre 11% e 45% das mulheres sofrem de incontinência urinária, podendo chegar a cerca de 50% nas mulheres mais idosas. Existem três tipos principais: Incontinência de Esforço (IUE)Perda de urina ao tossir, rir, espirrar, correr ou fazer esforço físico.Afeta cerca de 24% a 45% das mulheres acima dos 30 anos. Incontinência de Urgência (bexiga hiperativa)Uma vontade súbita e incontrolável de urinar. Incontinência MistaCombinação dos dois quadros, presente em cerca de 20% a 30% dos casos crônicos. Entre os fatores de risco estão: A boa notícia é que a incontinência urinária pode ser tratada. Exercícios de fisioterapia pélvica e acompanhamento médico ajudam muito e, em casos mais específicos, pode existir indicação cirúrgica. Por isso, é importante conversar com o médico e dividir esse incômodo. Enquanto você se cuida, a vida continua Durante o tratamento ou investigação, a rotina não para.Você continua trabalhando, saindo, viajando, treinando… e também pode curtir o Carnaval. É aí que entra uma solução pontual e temporária: a calcinha absorvente. As melhores calcinhas absorventes são as que trazem segurança Quem usa costuma perceber rapidamente a diferença: “Pensei que era só conforto, mas é segurança também.”“Eu me sinto segura usando.”“Super confortável.”“Vou comprar mais.” A calcinha absorvente não serve apenas para menstruação, ela é uma aliada também para pequenos escapes urinários. As calcinhas absorventes da Beegreen foram desenvolvidas para trazer proteção e tranquilidade: Além disso, não possui elástico apertado na cintura e tem forro em algodão, sendo ideal para períodos longos de uso, como festas, viagens e atividades físicas. E se o ciclo menstrual vier durante a festa?Você já está protegida. Mais do que conforto: liberdade Para muitas mulheres, o maior problema da incontinência não é físico, é emocional. É deixar de usar certas roupas.Evitar exercícios.Parar de dançar.Ou simplesmente viver em alerta. A calcinha absorvente devolve algo muito importante: tranquilidade. Você pode pular, dançar e viver sem medo. Então… pode pular Carnaval? Pode sim. Buscar tratamento é essencial. Mas enquanto isso acontece, você não precisa deixar de viver. A Beegreen criou suas calcinhas absorventes para acompanhar a mulher nesses momentos com conforto, discrição e segurança. Porque o Carnaval é para ser alegria. E viver sem medo também faz parte do cuidado. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-02/incontinencia-urinaria-e-mais-comum-em-mulheres#:~:text=De%20acordo%20com%20a%20Sociedade,urin%C3%A1ria%E2%80%9D%2C%20disse%20o%20urologista.
Produtor de eventos: a Beegreen® realiza um evento sustentável para você!
A produção de resíduos plásticos é um problema que afeta o meio ambiente todos os dias. Apesar de existirem diversos produtos de uso único, os grandes vilões ainda são os canudos e copos descartáveis. Estima-se que 720 milhões de copos plásticos descartáveis sejam jogados fora diariamente no Brasil, o que somaria em média 1.500 toneladas. Grande parte desse material não tem o destino adequado, e mesmo os que chegam até a reciclagem não são totalmente reaproveitados devido seu baixo custo – são R$ 0,20 por quilo, sendo necessários 400 copos para pesar um quilo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 80% de todo o lixo encontrado nos oceanos é plástico, material que demora entre 300 e 400 anos para se decompor. Permanecendo tanto tempo ao mar, os plásticos afetam diretamente o seu ecossistema, matando cerca de 100 mil animais marinhos todo ano. Estudos ainda apontam que até o ano de 2050 teremos mais resíduos plásticos do que peixes nos oceanos. Os produtos reutilizáveis aparecem como uma solução para evitar os descartáveis. Esses produtos evitam a criação de novos resíduos plásticos e no final da sua vida útil podem ser totalmente reciclados. A melhor parte é que podem ser usados todo os dias, em casa, no trabalho e até mesmo em festas e confraternizações. Trocando copos descartáveis por reutilizáveis, você pode garantir um evento com até 80% menos lixo e 25 vezes menos impacto ambiental. Como fazer um evento sustentável O conceito da sustentabilidade em grandes eventos surgiu na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006. Cercado de políticas sustentáveis, o campeonato teve a implementação de copos reutilizáveis com sistema de logística reversa – quando a empresa se responsabiliza pela destinação e reaproveitamento dos descartáveis. Alguns anos depois, em 2008, o Campeonato Europeu de Futebol (UEFA – EURO) adotou a mesma medida para diminuir os resíduos gerados nos estádios de futebol. Esses dois eventos foram a grande inspiração para iniciar um movimento mundial de redução do uso de descartáveis em eventos, independente de tamanho ou localização. Aqui no Brasil a ideia tomou forma com a empresa Meu Copo Eco®, parceira da Beegreen® que ajuda diversas organizações a realizarem eventos sustentáveis. Um copo reutilizável evita, no mínimo, a compra de quatro descartáveis por pessoa. E no fim da sua vida útil, ainda é 100% reciclável, pois é feito com PP05, um material muito resistente, de baixo impacto e livre de BPA (bisfenol A). É muito fácil colocar os copos sustentáveis em ação no seu evento. Utilizamos um sistema de caução, onde o público adquire o copo quando chega, o utiliza durante o evento, no final pode devolver e receber o valor investido de volta – ou levar o copo para casa como recordação e ainda utilizar em outras ocasiões. O sistema de caução é totalmente acessível ao público, que pode receber o valor investido de volta e ainda colaborar com a sustentabilidade do planeta. Para o idealizador do evento é igualmente vantajoso, já que não precisa gastar com a compra dos descartáveis e ainda pode converter uma renda extra com a venda dos copos.
A evolução das maneiras de lidar com a menstruação ao longo do tempo
Ainda hoje, e durante grande parte da história, a menstruação é associada a tabus e estigmas. Obviamente muita coisa mudou ao longo dos séculos, mas ainda há muito o que se debater e aqui vamos falar um pouco sobre essa evolução. Crenças sobre a menstruação ser anti-higiênica ou impura renderam sentimentos e percepções que perduram até os dias de hoje na sociedade. Mas sabia que nem sempre foi assim? Segundo Hanafi, professora de história moderna da Universidade francesa de Angers, nos tempos medievais e modernos, falava-se da menstruação porque era uma questão crucial de saúde que dizia respeito a toda a família. Dessa forma as mulheres da mesma família ou comunidade informavam-se principalmente entre si, mas também discutiam seus ciclos menstruais com os homens em correspondências, ao tio ou pai. Já no século XIX, com o surgimento da burguesia, que erigiu novos modelos sociais, a menstruação tornou-se um tabu.Quando as pessoas tinham pouco conhecimento sobre biologia e sobre o sistema reprodutor humano viam a menstruação como algo impuro, rotulando mulheres baseando-se em crenças religiosas. Crenças essas que colaboraram para que a menstruação fosse vista como vergonhosa causando repulsa ao sangue menstrual e fazendo com que as mulheres se esforçassem para esconder seu ciclo das vistas da população. Podemos dizer que ainda hoje carregamos alguns resquícios dessas crenças, herdamos esse bloqueio em relação à menstruação, concordam? Em relação aos produtos que eram utilizados também houveram várias fases e mudanças. Supõe-se que no Egito antigo as mulheres usavam panos que eram lavados e reutilizados ou tampões feitos de papiro ou palitos de madeira enrolados em fiapos. Já os romanos usavam absorventes internos feitos de lã.Em algum momento do final do século 19, quando a preocupação com a higiene das mulheres tornou-se uma realidade, as pessoas começaram a descobrir que não era higiênico para as mulheres sangrarem constantemente suas roupas e então começaram a pensar em um mercado de “higiene” menstrual. Foi quando entre 1854 e 1915, vinte patentes foram apresentadas para produtos menstruais. Inclusive com os primeiros copos menstruais que eram geralmente feitos de, pasmem, alumínio ou borracha dura. Calças de borracha e toalhas de Lister (um precursor dos absorventes largos) também surgiram. Outros produtos começaram a ser comercializados em 1890 como por exemplo o “Cinto Elástico Doily para Senhoras” (um cinto de seda e elástico ao qual você conectaria uma almofada) e “Almofada Antiséptica e Absorvente”. Em 1956, Leona Chalmers atualizou o copo menstrual, utilizando materiais mais macios. Em 1970 à medida que os movimentos feministas e ambientalistas cresciam, as opções de copos menstruais reutilizáveis, esponjas menstruais e opções biodegradáveis se tornaram mais populares. Já em 1972 foram lançados os primeiros absorventes sem cinto que já variavam de acordo com a intensidade do fluxo. Em 1980 os absorventes com abas chegam ao mercado. Atualmente temos muitas opções para lidar com a menstruação. Por aqui sempre preferimos as opções menos prejudiciais ao meio ambiente e à nossa saúde como as calcinhas menstruais. A preocupação com o impacto ambiental causado pelos produtos descartáveis nos faz buscar por métodos orgânicos reutilizáveis que antigamente eram comuns e que hoje, com novas tecnologias são boas opções à saúde feminina. No entanto, os absorventes reutilizáveis ainda demandam uma atitude diferente de aceitação em relação ao sangue menstrual o que se relaciona com o empoderamento femino e entendimento do funcionamento natural do nosso corpo. Isso é algo que ainda precisa ser debatido, pois o estigma em torno da menstruação ainda está presente na sociedade. Um pequeno passo para mudar este cenário é conversarmos mais abertamente sobre isso com nossos familiares, nossos amigos, no trabalho, etc. Devemos deixar de lado os eufemismos que reforçam que a menstruação é uma vergonha que deve ser escondida e passar a reconhecer que ela é uma função natural do nosso corpo. Se você quer experimentar novas opções para o seu ciclo que te trarão conforto e segurança sem prejudicar o meio ambiente, te convidamos a conhecer a Calcinha Absorvente Reutilizável Beegreen que além de sustentável, cuida da saúde íntima. Desde o equilíbrio do pH, microflora, temperatura íntima, conforto menstrual e segurança clínica, todos detalhes foram pensados considerando saúde e conforto. E tem mais! As propriedades antibacterianas dos tecidos de alta tecnologia utilizados evitam o odor! Mais saúde e conforto para o seu ciclo com forro 100% algodão. A Beegreen veio para somar nas opções de cuidado apresentando mais uma alternativa para sua saúde íntima. Juntando essa alternativa, vontade de mudança e conversas abertas, podemos garantir conforto, bem-estar, autonomia e liberdade para as mulheres durante seu ciclo menstrual. Bora mudar de atitude e experimentar uma nova relação com nosso corpo? Referências:1. https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2022/05/27/interna_internacional,1369404/como-as-mulheres-administraram-suas-menstruacoes-ao-longo-dos-seculos.shtml2. https://www.youtube.com/watch?v=yBriz8HBe4I&ab_channel=CanalHist%C3%B3riaeTu3. https://helloclue.com/pt/artigos/absorventes-e-mais/uma-breve-historia-dos-produtosmenstruais-modernos4. https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g37l16941o
Criando uma Campanha de Conscientização:
O primeiro passo é o que conta Quando falamos sobre sustentabilidade nas empresas, parece uma missão difícil de ser alcançada. Mas, o bacana é que é possível criar campanhas internas de conscientização com ações simples e práticas onde os funcionários irão levar o conhecimento e as boas práticas para toda a vida. Para começar, é muito importante mapear os aspectos ambientais da empresa e o que é possível ser feito dentro dela para reduzir o desperdício e impactos ambientais. E são vários pontos a serem considerados, como: Após mapear os aspectos ambientais da empresa, é hora de pensar na comunicação interna. Esse tópico é muito importante, pois se está planejando uma campanha de conscientização, é preciso saber como comunicar aos funcionários as novas práticas adotadas e o que será esperado deles no dia a dia. Confira algumas dicas: Você sabia que os copos plásticos descartáveis, amplamente utilizados nas empresas, são de difícil reciclagem? Em primeiro lugar, o valor de mercado é muito baixo (cerca de R$0,15 centavos por kg comercializado). Isso faz com que o copo seja rejeitado nos centros de reciclagem e acabam indo para aterros. Mas você pode mudar essa realidade, reduzindo ou até mesmo eliminando o uso de descartáveis na empresa:
Tire Férias do Plástico: Desafio Julho sem Plástico
O mês de julho é um período muito aguardado do ano. Muitas pessoas aproveitam as férias escolares e deixam o mês pronto para relaxar e recarregar as energias. Mas, e se essa pausa também fosse uma oportunidade para uma mudança significativa em nossos hábitos de consumo? Esse é o propósito do movimento Julho Sem Plástico, uma campanha global que busca reduzir o uso de plásticos descartáveis durante todo o mês de julho. Iniciado em 2011 na Austrália, o movimento #PlasticFreeJuly (Julho Sem Plástico) propõe um desafio: passar um mês sem utilizar plásticos descartáveis. A ideia é simples, mas o impacto pode ser monumental. Com a adesão de milhões de pessoas ao redor do mundo, o movimento visa conscientizar sobre a poluição plástica e incentivar a adoção de alternativas sustentáveis e já é possível observar os resultados. De acordo com o relatório de 2023 do Plastic Free July Movement, essa prática já evitou 1.4 bilhões de quilos de plástico nos últimos 5 anos. Durante todo esse mês, o desafio é promover uma mudança de hábitos em relação a nossa produção de lixo, o que pode parecer intimidador para a maioria de nós. Pensando nisso, a Beegreen disponibiliza diversos e-books que podem servir como guia inicial nesta caminhada de mudança, facilitando e orientando os primeiros passos dessa jornada. Hoje queremos te convidar a se juntar a nós nessa proposta. Você pode participar da forma que melhor encaixa na sua rotina, mas é interessante se desafiar a fazer mais do que o habitual. Você pode se desafiar durante uma semana zero plástico, pode se inspirar no calendário proposto pelo movimento Plastic Free July que tem desafios diários ou mesmo escolher uma ação sustentável para exercer durante um período mais longo de tempo. O importante é participar! Garanto que a sensação de desafio concluído, será, além de uma satisfação pessoal, inspiração para outras pessoas, além do principal, colaboração na preservação do planeta. Conectando Férias e Sustentabilidade Durante as férias, nossas atividades de lazer podem gerar uma quantidade significativa de lixo plástico. Viagens, piqueniques, idas à praia e até mesmo o dia a dia em casa geralmente vêm acompanhados de garrafas de água, embalagens de alimentos, canudos, sacolas e outros itens plásticos descartáveis. O Julho Sem Plástico nos desafia a repensar essas práticas. Dicas para Férias Sem Plástico Descartável 1. Garrafas reutilizáveis: Troque as garrafas de água descartáveis por garrafas reutilizáveis. Existem opções térmicas que mantêm a água gelada por mais tempo, sendo ideais para dias quentes de verão. 2. Sacolas reutilizáveis: Leve sempre uma sacola de tecido ou outro material durável quando for fazer compras. Elas são mais resistentes e podem ser usadas inúmeras vezes. 3. Embalagens sustentáveis: Ao preparar lanches para passeios ou viagens, utilize embalagens de vidro ou silicone, evitando o uso de plásticos. Há também alternativas como cera de abelha para embalar alimentos. 4. Canudos de metal ou bambu: Se você não consegue abrir mão do canudo, opte por versões reutilizáveis feitas de metal ou bambu. Eles são fáceis de carregar e podem ser lavados e reutilizados. 5. Evite plásticos em cosméticos: Muitos produtos de higiene pessoal e cosméticos vêm embalados em plástico. Procure alternativas como sabonetes e shampoos sólidos, que geralmente vêm em embalagens de papel ou sem embalagem. 6. Consuma local: Ao viajar, prefira consumir produtos locais. Mercados de agricultores, feiras e pequenos comércios geralmente utilizam menos embalagens plásticas do que grandes redes de supermercados. Para a maioria dessas dicas, a Beegreen também pode te ajudar. O catálogo de produtos oferecidos apresenta uma enorme variedade de opções de produtos reutilizáveis e livres de plástico, prontos para durar para muito além do mês de julho. Um Futuro Livre de Plásticos Descartáveis O movimento Julho Sem Plástico não se limita a um mês. A ideia é que as práticas adotadas durante esse período se tornem hábitos permanentes. Cada passo dado na direção de um consumo mais consciente é um avanço para a redução da poluição plástica e a preservação do nosso planeta. Neste julho, ao planejar suas férias, considere aderir ao desafio. Transforme seu período de descanso em uma oportunidade de impacto positivo. Afinal, cuidar do meio ambiente é um presente que damos a nós mesmos e às futuras gerações. Vamos juntos nessa jornada? Julho Sem Plástico: férias mais leves, planeta mais limpo. Referências:1. https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/brasil-gerou-64-quilos-de-residuos-plasticos-por-pessoa-em-20222. https://www.plasticfreejuly.org/wp-content/uploads/2023/11/PFJ1562-Impact-Report-2023-digital.pdf3. https://beegreen.eco.br/downloads/
9 Barreiras Planetárias
Você já ouviu falar nas 09 barreiras planetárias? Este é um conceito desenvolvido por cientistas a respeito de limites que não devem ser ultrapassados se quisermos preservar o planeta em que vivemos. É a definição de até que ponto o desenvolvimento pode chegar sem que as consequências deste desenvolvimento sejam irreversíveis para o planeta Terra. Conhecer esses limites é importante para todas as camadas da sociedade, tanto paraincentivar mudanças de hábitos como para criação de políticas públicas e gestão de territórios. Desde a revolução industrial até os dias de hoje temos testemunhado diversas consequências advindas da atividade humana decorrentes do desmatamento, poluição e aquecimento global. É importante saber qual é o limite seguro para preservação da vida na Terra. Desta forma em 2009, sob liderança do sueco Johan Rockström, um grupo de cientistas integrantes do Stockholm Resilience Centre (SRC) identificou nove dos chamados “limites planetários” (“planetary boundaries” em inglês) – eles são, como o nome já diz, limites ambientais seguros dentro dos quais a humanidade pode se desenvolver sem que as mudanças ambientais sejam irreversíveis. Estes limites foram estabelecidos baseando-se em cálculos que levaram em conta a taxa de resiliência do planeta, ou seja, a capacidade do planeta retornar ao seu estado natural após uma perturbação. Destes 09 limites definidos, podemos citar alguns que já se encontram na zona de risco alto. São eles: integridade da biosfera, mudanças climáticas, novas entidades (como microplástico) e alterações dos fluxos biogeoquímicos. Outros 02 limites que estão em risco crescente são: mudanças no uso da terra e uso de água doce. Os 03 últimos são o acidificação do oceano, carga de aerossol atmosférico e esgotamento do ozônio estratosférico. De acordo com o estudo da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, que foi divulgado dia 13 de setembro de 2023, seis dos nove limites planetários fundamentais para um planeta seguro e estável foram ultrapassados. De toda forma, é notório que o desafio de minimizar os impactos das ações humanas em relação aos limites planetários é muito grande, ainda mais no ritmo de desenvolvimento que nos encontramos hoje. Além disso, o fato de termos uma inter-relação no ecossistema terrestre ainda agrava o problema, pois os impactos significativos em uma fronteira podem causar danos em outras. A degradação da camada de ozônio por exemplo, permite que radiações ultravioletas atinjam a superfície da Terra enquanto que o carregamento de aerossóis para a atmosfera faz com que estas partículas atuem absorvendo ou espalhando a radiação solar, ambos ocasionando em mudanças climáticas. Já as mudanças climáticas têm relação direta com a agricultura e uso da terra e com a ocorrência de eventos climáticos extremos como fortes chuvas causando alagamentos, secas prolongadas, ondas de calor, redução das calotas polares, elevação do nível do mar, dentre outros. Assim como as mudanças no uso da terra através da agricultura podem afetar os ciclos biogeoquímicos pelo uso de agrotóxicos e ocasionalmente causar a perda de biodiversidade. Falando em perda de biodiversidade a acidificação dos oceanos também causa grande perda além de influenciar no aquecimento global e nas mudanças climáticas também. A acidez afeta os recifes de corais e organismos que estão na base da cadeia alimentar marinha como o plâncton, o que prejudica toda a vida marinha, desde de peixes até mamíferos marinhos. É muito importante jogar luz nesse tema e muito necessário planejar estratégias baseadas em ciência para mitigação dos impactos. Outra questão importante é traduzir estes estudos e comunicar os resultados ao público de forma clara e realística para que todos entendam a necessidade de ações urgentes para mudança. Por aqui na Beegreen estamos sempre perpassando por este tema. Trabalhamos para fortalecer estes assuntos, além é claro, de trabalhar para inserir hábitos saudáveis para você e o planeta no dia a dia de todos. Pensando em contribuir com a solução desta problemática a Beegreen possui diversos itens para a substituição de objetos de uso único como copos reutilizáveis, canudos de inox, sacolas ecológicas, calcinhas absorventes e cosméticos naturais com embalagens recicláveis. Por aqui você tem várias opções amigas do planeta! Acreditamos que as atitudes individuais fazem total diferença no coletivo! Juntos podemos fazer escolhas melhores para uma rotina mais sustentável a favor da saúde da nossa comunidade e do planeta em que vivemos. Conte com a gente! #Beegreen #Sustentabilidade #ConsumoConsciente #ProdutosSustentáveis#9BarreirasPlanetárias Referências:1. https://www.ecycle.com.br/limites-planetarios/2. https://mercyforanimals.org.br/blog/6-dos-9-limites-planetarios-ja-foram-ultrapassados-segundo-estudo-publicado-pelo-centro-de-resiliencia-de-estocolmo/
Você sabe de onde vem a maior parte dos resíduos da sua casa?
Que tal um exercício? Pense onde estão localizadas as lixeiras da sua casa. Na cozinha, no banheiro, talvez no seu escritório. Agora pense, qual delas acumula mais resíduos? Nas casas brasileiras, esse lugar é geralmente no “coração” da casa: a cozinha. Uma das maiores fontes de resíduos domésticos estão, ou passaram, pela nossa cozinha. Das 79 milhões de toneladas de lixo produzidos por ano, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), 43,5% são orgânicos, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (SINIR) enquanto o restante é composto por descartável, principalmente o plástico. Este cenário se torna ainda mais preocupante quando notamos que essa tendência está na contramão dos ideais de sustentabilidade. De acordo com o estudo solicitado pela Abief – Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (São Paulo, SP) à MaxiQuim (Porto Alegre, RS), o consumo de embalagens plásticas flexíveis no Brasil aumentou 2,5% em 2023 em relação ao observado no ano anterior e, se as opções que temos no mercado estão distantes dos nossos valores, é hora de repensarmos nosso consumo. Ao ir às compras, não nos faltam alternativas verdes. Opções que tornam sua cozinha mais amiga do meio ambiente incluem aproveitar as cascas, embalagens naturais das frutas e legumes, no lugar das bandejas de isopor. Para levar esses novos hábitos para o próximo nível, você pode optar por netbags e ecobags reutilizáveis, disponíveis na Beegreen, dispensando as sacolas plásticas dos supermercados e feiras. Além disso, os shampoos e condicionadores sólidos disponíveis em nosso catálogo possuem embalagem mínima, dispensando tubos plásticos. Entretanto, para além dos plásticos, a atenção com os descartes também pode ser estendida para o resíduo orgânico que, uma vez nos aterros sanitários, gera chorume e biogás, rico em metano (CH4), altamente tóxico, inflamável e um dos principais causadores do efeito estufa. Uma alternativa eficiente para reduzir o impacto dos resíduos orgânicos é a compostagem. Esse processo transforma tais resíduos em adubo natural, que pode ser usado para fertilizar plantas, jardins e hortas. Com tanta informação, o desafio está lançado: que tal transformar a sua cozinha em lixo zero? A conscientização e a adoção de práticas sustentáveis são fundamentais para reduzir o impacto ambiental desses resíduos. Separar materiais recicláveis, compostar resíduos orgânicos, e escolher produtos reutilizáveis são passos simples que todos podemos adotar para contribuir com um futuro mais limpo e sustentável. Referências:1. https://www.lojabeegreen.eco.br/reuse-2. https://www.arandanet.com.br/revista/pi/noticia/8574-Pesquisa-apontou-aumento-doconsumo-de-embalagens-flexiveis-em-2023#:~:text=O%20consumo%20de%20embalagens%20pl%C3%A1sticas%20flex%C3%ADveis%20no%20Brasil%20aumentou%202,10%2C6%20kg%2Fhabitante.3. https://sinir.gov.br/informacoes/tipos-de-residuos/residuos-solidos-urbanos/
Os perigos “transparentes” das garrafas plásticas de água
Em um dia de calor, é quase impossível resistir a uma garrafa de água mineral bem gelada.Porém, por trás de uma hidratação rápida e fácil, há um fator surpresa se infiltrando sorrateiramente em nosso consumo: o quão tóxico pode ser o próprio recipiente? Num mundo onde o plástico ainda reina, as garrafas plásticas tornaram-se as queridinhas do mercado. Convenientes, acessíveis e, aparentemente, inofensivas.No entanto, as aparências enganam, e os dados não mentem. As garrafas plásticas de água podem carregar substâncias químicas nocivas, como o bisfenol A (BPA) e os ftalatos, que migram do plástico para a água que consumimos.Segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o plástico das garrafinhas libera tais substâncias ao longo do tempo, especialmente quando exposto a altas temperaturas, como o calor dentro de um carro fechado. Alguns países, inclusive o Brasil, proibiram a importação e fabricação de mamadeiras que contenham bisfenol A considerando a maior exposição e suscetibilidade dos indivíduos usuários deste produto. Essas substâncias têm sido associadas a uma série de problemas de saúde, incluindo distúrbios hormonais, problemas de desenvolvimento e danos ao sistema reprodutivo ou até mesmo câncer.Uma pesquisa recente feita pela Universidade de Columbia descobriu que, em apenas um litro de água engarrafada, temos em média 240.000 fragmentos de plástico considerados micro e nano plástico. Esse número representa um aumento entre 10 e 100 vezes a mais do que antes se acreditava conter na mesma porção de água. No longo prazo, consumir águas contaminadas pelas garrafas plásticas podem impactar negativamente o nosso sistema digestivo e nossa saúde como um todo.Ou seja, aquela garrafinha de água aparentemente inocente e que você acreditava estar fazendo um bem ao seu corpo quando queria apenas se refrescar, nos expõe a várias substâncias tóxicas colocando nossa saúde em risco. Então, o que fazer para driblar essa armadilha tóxica e ainda assim manter-nos hidratados? Alternativas sustentáveis existem. Garrafas de vidro, copos feitos com material livre de bisfenol A, copos de silicone ou recipientes reutilizáveis feitos de materiais mais seguros, como o aço inoxidável, estão entre as possíveis opções para a não contaminação do nosso corpo. Ainda bem que nós da Beegreen jamais te deixamos na mão nessa jornada de novas escolhas. Nossa linha de copos pode te acompanhar em todo lugar, para que você não caia na tentação de comprar uma garrafa d’água em todo lugar ou de pegar (mais um) copinho plástico para tomar café. E a gente jura pra você que quanto mais você aplica esses bons hábitos no seu dia a dia mais seu olhar fica condicionado a detectar objetos plásticos desnecessários do cotidiano que podem ser facilmente substituídos por alternativas mais sustentáveis, e assim, passo a passo, a gente muda o mundo! E lembre-se, não há nada de errado em ser exigente com suas escolhas de hidratação. O nosso corpo merece ser tratado com carinho, e se escolhas simples podem torná-lo mais saudável e feliz, por que não tomá-las? Referências:1. https://www.lojabeegreen.eco.br/reuse/copos-reutilizaveis2. https://marciatornavoi.com.br/os-riscos-do-uso-de-bisfenol-a-bpa-e-dos-ftalatos-bbpasma-tdah-autismo-diabetes-doencas-cardiovascular-infertilidade-e-obesidade-dramarcia-tornavoi/3. https://www.publichealth.columbia.edu/news/bottled-water-can-contain-hundreds-thousands-nanoplastics4. https://cetesb.sp.gov.br/laboratorios/wp-content/uploads/sites/24/2020/07/Bisfenol-A-.pdf
Saúde Feminina e Sustentabilidade
Que nós amamos falar sobre sustentabilidade você já sabe, mas hoje vamos unir nosso assunto favorito a outro tão importante quanto: a saúde feminina. A saúde da mulher envolve vários âmbitos e temas. Sentir-se bem consigo mesma requer atenção, carinho e cuidados com o corpo e a mente. A higiene íntima no dia a dia e os dias de menstruação ainda são vistos por muitas mulheres como um assunto desconfortável. Mas uma coisa é certa, quanto mais entendemos sobre o nosso corpo e nossas necessidades, mais conseguimos desconstruir alguns bloqueios, nos amar mais e encarar com naturalidade temas que um dia já foram tabus. E quando a gente fala de saúde não tem como deixar de lado a saúde do meio em que vivemos, afinal, está tudo conectado! Menstruação e sustentabilidade são temas cada vez mais relevantes nas rodas de conversa. De acordo com um estudo da Universidade de Yale, em Connecticut, EUA, as mulheres possuem uma maior consciência e atitude quando se fala de questões ambientais e preservação. Desta forma observa-se uma preocupação das mulheres em relação ao uso de absorventes descartáveis, visto que, são utilizados em média 10 mil absorventes descartáveis ao longo da vida de uma mulher que menstrua. Estes absorventes contêm plástico e outras substâncias prejudiciais à saúde da mulher e do meio ambiente, e demoram aproximadamente 400 anos no processo de decomposição, causando grande impacto ambiental pelos resíduos gerados. Diante deste cenário faz todo sentido que as mulheres procurem alternativas mais sustentáveis também para os absorventes. E se você, assim como nós, busca um estilo de vida mais saudável, te daremos vários motivos para optar por absorventes sustentáveis. O uso de absorventes descartáveis, principalmente em dias de muito calor, causam o aumento da temperatura corporal também nas regiões íntimas aumentando a transpiração e favorecendo a proliferação de fungos e bactérias podendo causar infecções, corrimento e irritações, o que causa muito incômodo. Além disso, as substâncias químicas presentes nos absorventes descartáveis são muito prejudiciais, pois eles são compostos por materiais sintéticos, fragrâncias e corantes, que podem causar alergias. Por muito tempo eles foram uma escolha predominante, mas hoje este cenário está mudando. Hoje já existem opções como calcinhas absorventes, absorventes reutilizáveis e copinho coletor que são escolhas mais amigáveis ao meio ambiente, benéficas à saúde e socialmente conscientes. São opções feitas com materiais mais naturais como algodão orgânico e fibras naturais, o que permite melhor circulação do ar reduzindo os danos que mencionamos anteriormente. Há relatos de usuários de métodos mais alternativos que indicam redução de alergias e sensação de mais conforto nos dias de menstruação. Sem falar no benefício de uma relação mais íntima com o seu próprio corpo, estabelecendo uma conexão mais natural e proporcionando autoconhecimento e empoderamento. Essas opções não apenas reduzem o impacto ambiental, mas também incentivam uma abordagem mais consciente e fortalecida em relação ao ciclo menstrual, nos convidando a estabelecer uma conexão mais íntima com nossos corpos e o ambiente natural, mudando a ideia de que a menstruação é algo sujo ou vergonhoso. Tudo isso contribui para promover uma maior aceitação e valorização do “ser mulher” e de encarar a menstruação como algo natural, importante e até mesmo sagrado. Segundo Zanola et al. (2018), as mulheres que usam coletor menstrual passam a se relacionar melhor com seu ciclo e as alternativas mais sustentáveis são vistas pelas mulheres como “pontos de virada” em sua relação com seu próprio corpo e com a menstruação. Essa transformação individual pode ter um impacto significativo na forma como a menstruação é percebida e vivenciada, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e consciente.Individualmente essa transformação pode ser incrível, por isso te convidamos a se permitir um novo olhar sobre a saúde feminina, a ser exemplo para as amigas e assim criarmos juntas novas possibilidades de uma vida mais conectada com o que a natureza e a feminilidade podem nos proporcionar.A gente tá aqui, sempre se movimentando para oferecer opções mais sustentáveis, e para os dias de menstruação não seria diferente. Juntas buscamos respostas para reduzir os danos ambientais causados pela higiene menstrual. Então fiquem ligadas, que vem novidade por aí! #SustentabilidadeFeminina #CuidadoComSeuCorpo #MenstruaçãoESustentabilidade